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Archive for the ‘com seus melhores amigos’ Category

 

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Publicação Gazeta do Povo

Acordo entre UFPR e prefeitura de Curitiba vai permitir exame de sangue dos animais e de seus donos para que ambos possam ser atendidos pelo resgate social nas unidades da FAS

Um projeto do Departamento de Medicina Veterinária da Universidade Federal do Paraná (UFPR) vai avaliar a saúde dos animais de moradores de rua de Curitiba e isso pode se transformar no acesso desse público ao serviço de resgate social. É o que pretende a presidente da Fundação de Ação Social (FAS), Larissa Tissot, que assinou, na semana passada, termo de acordo com a UFPR para iniciar a abordagem com a população de risco.

O objetivo é garantir a saúde dos moradores de rua e de seus animais para que eles possam juntos ser atendidos nos equipamentos da FAS. “Para que o resgate social seja feito, é essencial que o morador de rua vá aos equipamentos da FAS . Mas é muito difícil ele ir se não puder levar seu cachorro ou gato, que muitas vezes é o único vínculo afetivo que resta para quem já não tem mais contato nenhum com a família”, explica Larissa. Esse foi justamente o principal problema encontrado em 2014 pela prefeitura de São Paulo no programa que previa a transferência dos frequentadores da cracolândia para hotéis, que proibiram a entrada dos animais.

A iniciativa, apresentada pela médica veterinária Mara Gravinatti, 26 anos, como parte de seu projeto de mestrado na UFPR, prevê a coleta de sangue não só de cachorros e gatos, mas também dos próprios moradores de rua. O objetivo é fazer o exame dos bichos para verificar a possibilidade de transmissão de doenças, mas também comparar as análises de sangue dos moradores de rua que têm e dos que não têm animais. “Queremos avaliar se esses animais podem ser a causa de algumas enfermidades não só ao morador de rua, mas à população em geral”, explica Mara.

O sangue tanto do animal quanto da própria pessoa só será coletado se permitido pelo morador de rua. Inicialmente, será avaliada a incidência de quatro doenças: leptospirose, leishmaniose, toxiplasmose e chagas. Em um segundo momento, a intenção é estender a análise também para tuberculose.

Detectado a doença, seja no morador de rua ou no animal, ambos serão encaminhados para tratamento. Na abordagem dos veterinários, cães e gatos serão vacinados e receberão vermífugo e antipulgas. Se o morador de rua permitir, o animal também será encaminhado para cirurgia de castração.

Tratamentos dos animais podem ajudar os próprios moradores de rua a também buscar auxílio médico.Antônio More/Gazeta do Povo

Na próxima semana, Mara começa a cadastrar os moradores de rua que possuem animais nos seis Centros POP de Curitiba – equipamentos da FAS onde a população de risco pode passar o dia, podendo tomar banho, se alimentar, além de receber atendimento de assistentes sociais e psicólogos. Por dia, cada Centro POP atende 70 pessoas, totalizando 420 atendimentos. Já os abrigos têm 1.700 vagas para pernoite para adultos, crianças e adolescentes.

A veterinária já conduziu levantamento semelhante em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, onde dos 30 moradores de rua com animais avaliados, nenhuma doença foi constatada nem nos bichos, nem nos proprietários. “O estudo também vai servir para mostrar que, ao contrário do que muita gente pensa, os cachorros dos moradores de rua não são necessariamente causadores de doenças. No caso da leptospirose, por exemplo, a transmissão pode ser por rato”, aponta o também médico veterinário Alexander Biondo, professor da UFPR e orientador de Mara no mestrado.

Saúde do cão e do dono

A presidente da FAS, Larissa Tissot, acredita que o cuidado com a saúde do animal também possa ajudar o próprio morador de rua a se convencer da importância de buscar tratamento médico. “O cuidado com o animal pode se transformar em um espelho para que o próprio morador de rua também se cuide”, aponta.

Da experiência que teve no levantamento em São José dos Pinhais, a médica veterinária Mara Gravinatti constatou que na maioria das vezes o morador de rua não dá a devida atenção para a própria saúde, mas sempre se preocupa que seu animal esteja bem alimentado e saudável. “A gente notou que quando o morador de rua percebe que o animal evolui com os devidos cuidados, ele mesmo se permite ser encaminhado para alguns atendimentos, como auferir a pressão ou uma avaliação dos dentes”, aponta Mara.

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Fomos convidadas por EduLeporo , do MRSC  para a ação mensal de  acolhimento dos Moradores de rua e seus Cães no Centro de São Paulo ,foi assim ;muitos lanches entregues com os meninos da kombosa solidária ,muitas vacinas V10 e anti rábicas aplicadas pela DraSilvia NG ,muitas rações,kits de higiene pessoal ,coleiras de pulgas da Bayer  ,coleiras e guias pros cães,roupas prós moradores de rua e. Nós dos Amigos da Mancha  acompanhamos e vimos que dos 35 cães vacinados  5 fêmeas tambem precisam ser castrados.  E para isso  precisamos arrumar madrinhas e padrinhos que nos ajudem para que  a Ação conjunta  MRSC , SilviaNG e Amigosdamancha se complete.14826407_1115185671921793_1551578845_n14055793_1115186455255048_265182289_n-114793943_1115186271921733_371927031_n14797527_1115186091921751_553350065_nNão  mais crias indesejadas , abandono e maus tratos .Se Você  quiser  ajudar contato via email  clube-mancha@bol.com.br14801163_1115186428588384_1113733382_n

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Materia publicada no Guia litoral.com.br

Apelidados de “cão babá”, os Pit Bulls eram considerados perfeitos para cuidarem de bebês e crianças por serem extremamente pacientes e confiáveis. Nos testes de comportamento, a raça ficou apenas atrás da Golden Retriever


Símbolo desde as famílias mais abastadas até as mais humildes, o Pit Bull era presença garantida nas residências com crianças - Foto: Reprodução
Símbolo desde as famílias mais abastadas até as mais humildes, o Pit Bull era presença garantida nas residências com crianças – Foto: Reprodução

Retratada costumeiramente como uma raça violenta, o Pit Bull já teve uma fama bem diferente da atual. No século XIX e XX, ele era apelidado nos Estados Unidos como “The Nanny Dog” (cão babá, em português) por ser considerado ideal para ‘cuidar’ de bebês e crianças. A explicação é a sua paciência e confiança, bem acima das outras raças caninas.

Símbolo desde as famílias norte-americanas mais abastadas até as mais humildes, o Pit Bull era presença garantida nas residências com crianças.

Antes de serem criados e treinados por seres humanos para serem violentos, eles foram aprovados em diversos testes de comportamento, que os classificavam como a segunda raça mais tolerante, atrás apenas dos dóceis Golden Retriever’s. Na época, os testes foram realizados em dezenas de raças diferentes.

Os estudos expunham os animais a possíveis situações que passariam com as crianças, como mexer no rabo, colocar o dedo nos olhos e os Pit Bulls ganharam a segunda melhor nota. Já no quesito proteção domiciliar, a raça ficou mal classificada e foi considerada inapta por fazer amizade inclusive com desconhecidos. Apenas ao final da 2ª Guerra Mundial que o Pit Bull foi abandonado de sua função como ´cão babá´ e passou a ganhar uma fama negativa.

A amizade entre a raça e as crianças era tão grande, que mesmo numa época que a fotografia não estava acessível a todos, era comum os pets serem clicados ao lado dos pequenos. Os primeiros registros datam de meados do século XIX.

Os Pit Bulls foram aprovados em diversos testes de comportamento, que os classificavam como a segunda raça mais tolerante - Foto: Reprodução
Os Pit Bulls foram aprovados em diversos testes de comportamento, que os classificavam como a segunda raça mais tolerante – Foto: Reprodução

No século XIX e XX, os Pit Bulls eram apelidados de cão babá por serem considerados ideais para 'cuidarem' de bebês e crianças - Foto: Reprodução
No século XIX e XX, os Pit Bulls eram apelidados de cão babá por serem considerados ideais para ‘cuidarem’ de bebês e crianças – Foto: Reprodução

A amizade entre os Pit Bulls e as crianças era tão grande, que mesmo numa época que a fotografia não estava acessível a todos, era comum os pets serem clicados ao lado dos pequenos - Foto: Reprodução
A amizade entre os Pit Bulls e as crianças era tão grande, que mesmo numa época que a fotografia não estava acessível a todos, era comum os pets serem clicados ao lado dos pequenos – Foto: Reprodução

Apenas ao final da 2ª Guerra Mundial que o Pit Bull foi abandonado de sua função como 'cão babá' e passou a ganhar uma fama negativa - Foto: Reprodução
Apenas ao final da 2ª Guerra Mundial que o Pit Bull foi abandonado de sua função como ‘cão babá’
e passou a ganhar uma fama negativa – Foto: Reprodução

Já no quesito proteção domiciliar, os Pit Bulls ficaram mal classificados e foram considerados inaptos por fazerem amizade inclusive com desconhecidos - Foto: Reprodução
Já no quesito proteção domiciliar, os Pit Bulls ficaram mal classificados e foram considerados inaptos
por fazerem amizade inclusive com desconhecidos – Foto: Reprodução

Os estudos expunham os animais a possíveis situações que passariam com as crianças, como mexer no rabo, colocar o dedo nos olhos e os Pit Bulls ganharam a segunda melhor nota - Foto: Reprodução
Os estudos expunham os animais a possíveis situações que passariam com as crianças, como mexer no rabo,
colocar o dedo nos olhos e os Pit Bulls ganharam a segunda melhor nota – Foto: Reprodução

Retratada costumeiramente como uma raça violenta, o Pit Bull já teve uma fama bem diferente da atual - Foto: Reprodução
Retratada costumeiramente como uma raça violenta, o Pit Bull já teve uma fama
bem diferente da atual

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Todos os animais  que retiramos da rua, em situação de risco de vida passam por acompanhamento médico veterinário, fazemos hemograma e teste para saber se estão com saúde,ficam separados de quarentena e  quando em  condições de saúde são vermífugados , castrados  e vacinados .

Em seguida entram no processo de ADOÇÃO POSSE RESPONSÁVEL. São fotografados,fazemos  cartazes e encaminhamos ás veterinárias  que nos acompanham,mandamos via email aos amigos que já adotaram animais conosco, divulgamos nas redes sociais , Facebook , Instagram , e no bloghttp://www.clubedamancha.wordpress.com .

Quando aparece um adotante encaminhamos um questionário de processo de adoção, pois queremos que sejam felizes, de acordo com o perfil de ambos, ADOTANTE E ADOTADO. Lembro que fazemos este trabalho de proteção animal por puro amor aos animais, de forma voluntária. Além disso, fazemos tudo com muito critério, seriedade e calmaTodos os animais para adoção  são castrados, de forma a combater a superpopulação, o imenso abandono, e principalmente, prevenir doenças. Após a adoção, efetuamos visitas periódicas aos animais adotados. Essas visitas são previamente agendadas com o proprietário e, alguns casos, sem prévio aviso.O motivo dos questionamentos é para que possamos verificar se a adoção cobrirá as suas expectativas e também de adaptação do animal .Nosso objetivo é que tudo dê certo, que o animal seja feliz e o adotante também. No ato da Adoção o Adotante assina um compromisso de Adoção e posse responsável  como Fiel depositário do animal comprometendo-se a cuidar dele melhor que nós.

Esta semana fomos á casa da Amiga de Estimação a Sueli Amaral a quem  já doamos  5 gatos.20160520_145715

O” Jorginho”resgatado da rua Bartira dia 9/8/2001 há época com 4 meses demos este nome porque o escritor Jorge Amado acabava de falecer.20160523_203108

“Narizinho e Lara” resgatadas da rua a 29/08/2001  foram adotadas a 8 /10/2001.20160523_203142

“Diana” resgatada da rua Diana com seu filhinho a 5/02/2002 e doada a 16/03/200220160523_203217

“Amarelo”  com 3 meses doado em 2010

A Sueli nos disse”Tenho cinco gatos: Hagar (14 anos) Helga (13 anos) Honi (13 anos) Hernia (11 anos) e Ritchie (6 anos). Eles são classificados como gatos Sem Raça Definida. Afirmo, porém, que raça é o que não falta aos meus cinco gatinhos. Eles são amorosos, atentos, curiosos e sabem o que querem. Não fazem a menor cerimônia se você deixar seu melhor casaco sobre a cama que logo você vai encontrar um ou mais aninhados nele, deixando sua marca registrada: uma porção de pêlos. Mas, quem tem gatinhos já sabe que não dá para se livrar dos pêlos e os considera como uma identidade: eu tenho gatinhos.

Colocar a chave na porta de casa e saber que você será, como todos os dias, super bem recebida, é um presente. Eles não abanam os rabos como nossos amigos cães, mas rosronam, encostam em suas pernas na perspectiva de fazer carinho e você se sentir uma pessoa importante para eles. Além disso eles são educados e muito finos: fazem as necessidades numa caixa de areia e sua alimentação requer apenas o esforço de abrir um pacote de ração. Não reclamam do tempero nem que a comida está ruim.20160520_145642

No dia do aniversário de cada um programo uma festa da comilança, que é uma ração molhada que eles adoram e neste dia compartilham irmãmente o mesmo prato, cena que merece uma foto ampliada de tão linda.20160520_145524

Como nós, seres humanos eles brigam, mas um minuto após o arranca rabo estão dormindo um no ombro do outro. Durante o dia eles ficam olhando a paisagem da janela do meu escritório e dormindo para valer.

Meus cinco amados gatinhos vieram do Clube da Mancha. Um dos melhores presentes que já ganhei. Obrigada Cris e Roseli.”

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Ainda chegará o dia em que  todo o ANIMAL terá uma familia que o Ame, obrigada a todos vocês que ILUMINAM nossas vidas.

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Folha de São Paulo

03/04/2013 – 03h3069457_446461595417332_1947098686_n

Albert Einstein libera bichos de estimação para visitar pacientes em SP

JAIRO MARQUES
DE SÃO PAULO

 

Entre olhares de admiração, espanto, surpresa e curiosidade, a cadela Clara, da raça fila, com três anos e 73 kg, entrou ontem tranquilamente pela recepção e passou por corredores de um dos mais importantes hospitais do país, o Albert Einstein, em São Paulo. Ela foi visitar o dono, que está em tratamento contra um câncer na bexiga.

 

Após três anos de testes e preparo de equipes, o hospital liberou, sob rígido protocolo, que bichos de estimação, às vezes considerados membros da família, visitem pessoas internadas –mesmo em unidades semi-intensivas.

 

“Meus filhos moram fora de São Paulo, são muito ocupados. A Clara acaba me fazendo companhia em horas difíceis. Ela é parte da família. Poder tê-la comigo no hospital faz a diferença no meu ânimo, na minha disposição”, diz o advogado Ennio de Paula Araújo, 71.

 

A entrada de bichos no Einstein –gatos e passarinhos também são aceitos– faz parte também do cumprimento de regras de uma certificação internacional de humanização que o hospital conseguiu no ano passado.

 

O Einstein é o 35º hospital do mundo e o primeiro da América Latina a conseguir o selo concedido pela organização americana Planetree.

 

“Poder receber seus bichos aqui era um desejo frequente dos pacientes. Eles fazem bem e, sem dúvida, interferem na cura”, afirma Rita Grotto, gerente de atendimento do hospital.

 

Clara teve de passar por uma avaliação de seu veterinário, que deu um laudo atestando sua boa saúde, e tomar um banho caprichado antes da visita. Os donos apresentaram os documentos de vacinação e se comprometeram a mantê-la tranquila.

 

“Mas, antes de tudo, é preciso a autorização do médico, que tem de colocar no prontuário do paciente que está de acordo com a visita. Uma equipe multiprofissional checa se todo o protocolo foi cumprido. Na menor dúvida, a entrada não será autorizada”, declara Grotto.

 

O hospital diz que recebeu só uma queixa até hoje. A mãe de uma criança com leucemia reclamou da presença de um cão, mas recuou depois de receber explicações.

 

O aposentado Menachem Mukasiey, 67, está há uma semana internado com um problema no joelho e aguardava ontem ansioso a visita da poodle Bolinha.

 

“Já passei por vários hospitais e jamais me permitiram ver a Bolinha, que fica sem comer e depressiva enquanto estou fora. Aqui é o único lugar que me deixaram recebê-la, o que é uma alegria.”

 

Paulo de Tarso Lima, coordenador da área que implanta as medidas de humanização no Einstein, afirma que “não está se falando de uma vontade de todos os pacientes” e que “também não se autoriza a presença dos bichos em qualquer lugar, de qualquer maneira”.

 

Para o médico, o contato com os bichos pode levar “felicidade, paz e bem-estar” e auxiliar a recuperação de algumas pessoas. “O encontro com um cão ajuda a relaxar, a retomar a preocupação com o corpo, o que pode ficar perdido em pacientes crônicos.”

 

 

 

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gatinho

1. Não tenha pressa. Para conseguir uma boa foto do teu melhor amigol, paciência é essencial.

2. Observe os hábitos do seu amigo. Algumas atitudes dos animais tendem a se repetir: cochilargato2 em um canto específico da casa, levar o brinquedo favorito para cima e para baixo… “Você está fotografando o seu amigo, então você é a pessoa que o conhece melhor”,

3. Procure ficar no mesmo ângulo de visão do animal. Um erro comum é fotografar os animais do alto, da altura que os vemos normalmente.

4. Evite usar o flash. O mais importante é procurar um lugar bem iluminado.2013-01-18 10.22.24 O flash assusta o animal e pode causar efeitos estéticos indesejados.

5. Tome cuidado com a saúde do animal. É muito mais difícil conseguir um bom resultado se o animal está insatisfeito com algo. Certifique-se que escolheu um lugar arejado, que o deixa tranqüilo.

6. Se for um cachorro, atice-o. Cães são naturalmente brincalhões, aproveite essa característica para chamar a atenção dele para a câmera.

7. Se for um gato, evite-o. Uma vez que gatos são, em geral, arredios em relação a câmeras, umas das melhores opções é fotografá-los à distância, aproveitando a função zoom da máquina – sempre com muita sutileza.

8. Faça planos com antecedência. Se seu animal de estimação for muito animado, o melhor é fazer um plano de ação para acalmá-lo e conseguir uma boa imagem. Certifique-se de que sabe exatamente o que procura e dedique um tempo pensando no que pode fazer para ‘esvaziar’ um pouco o clima de animação antes de começar a fotografar.

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9. Use as funções da câmera digital. As máquinas fotográficas atuais contêm uma série de modos pré-configurados, que podem ser selecionados de acordo com a situação. Para que a foto paralise um momento em ação, use o modo “esportes” e se precisa de mais luz, use “prioridade obturador”.

10. Procure captar a essência do animal. Cada cachorro, gato, papagaio ou lagarto tem uma personalidade própria. É função do fotógrafo captar isso .

Divirta-se com seus Amigos
E boas fotos!!!

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