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Archive for the ‘escritores’ Category

 

O Livro TRILHAS 1378858_411649515684000_4062075344627615262_n, a incrível jornada de uma mulher pelo deserto australiano por  Robyn Davidson  editora SEOMAN.20140919-tracks-08

A  história real  da australiana , Robyn Davidson que cruzou 2.700 quilômetros no deserto australiano, a pé, acompanhada de quatro

camelos e sua cachorra , viagem – registrada pelo fotógrafo da revista National Geographic Rick Smolan que deu apoio a viagem.,  em 1977 .1408353241929_wps_32_UNSPECIFIED_AUSTRALIA_JANAo longo de sua jornada, Davidson sofreu múltiplas dificuldades, incluindo a desidratação, camelos doentes, o envenenamento de seu amado cão e  pessoas curiosas que simplesmente não iria deixá-la sozinha.10952086_376097609239191_8545522615758041852_n 11074363_411661452349473_5119773260871336977_n 20140919-tracks-02
Mas  as duas coisas importantes que aprendeu na viajem foram ” que  somos tão poderosos e fortes  quando nos permitimos ser, e que a parte mais difícil de qualquer empreendimento é dar  o primeiro passo, tomar a primeira  decisão” . E que para ser LIVRE  é preciso vigiar nossas fraquezas de forma constante e inabalável.Tendemos a relaxar e voltar aos velhos hábitos .Eles são seguros ,  nos prendem e nos mantêm  restritos, ás  custas de nossa liberdade . Romper com os velhos hábitos ,deixar de lado as seduções da segurança é muito díficil, mas é uma das lutas mais importantes dessa vida. Ser livre é aprender, testar-se constantemente, arriscar-se. E usar nossos medos como pedras nas quais  possamos pisar para chegar a algum lugar, não como obstáculo .Robyn Davidson  diz  ” somos preguiçosos  demais.Temos medo demais .temos certezas demais  de que temos  todo o tempo do mundo. E  aí  voltamos das ravinas  para lugares confortáveis ( os mesmos)  onde não precisamos pensar demais. Onde viver é só  ir empurrando com a barriga e onde sobrevivemos meio  adormecidos.

Este livro é um registro de autodescoberta e autoprovação,  um relato de exploração e viagens.20140919-tracks-06

As viagens com camelos não começaram nem terminam, elas meramente mudam de forma

 

A foto de Rick Smolan de Robyn Davidson foi destaque na capa da edição de maio 1978 National Geographic.20140919-tracks-11

 

 
 
 

 

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images (1) images (2)images“É bom ter um monte de gatos em volta. Se você está mal, basta olhar pra eles e fica melhor, porque eles sabem que as coisas são como são. Não tem porque se entusiasmar com a vida, e eles sabem. Por isso, são salvadores. Quantos mais gatos um sujeito tiver, mais tempo viverá. Se você tem cem gatos, viverá dez vezes mais que se tivesse dez. Um dia, isso será descoberto: as pessoas terão mil gatos e viverão para sempre.”
Charles Bukowisk

Charles Bukowski foi um poeta e escritor alemão, mas que viveu e morreu nos Estados Unidos.
“Se vai tentar

siga em frente.

Senão, nem começe!
Isso pode significar perder namoradas
esposas, família, trabalho…e talvez a cabeça.

Pode significar ficar sem comer por dias,
Pode significar congelar em um parque,
Pode significar cadeia,
Pode significar caçoadas, desolação…

A desolação é o presente
O resto é uma prova de sua paciência,
do quanto realmente quis fazer
E farei, apesar do menosprezo
E será melhor que qualquer coisa que possa imaginar.

Se vai tentar,
Vá em frente.
Não há outro sentimento como este
Ficará sozinho com os Deuses
E as noites serão quentes
Levará a vida com um sorriso perfeito
É a única coisa que vale a pena.”

Charles Bukowski

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Walt Whitman (1819-1892) – Como os animais

Eu poderia transformar-me
e viver como os animais.
Detenho-me para contemplá-los:

Eles são tão calmos e tão donos de si…
Não se atarantam nem se queixam
da própria sorte; não passam a noite em claro,
remoendo suas culpas, nem me aborrecem
falando de suas obrigações para com Deus.

Nenhum deles se mostra insatisfeito;
nenhum deles se acha dominado
pela mania de possuir coisas;

Nenhum deles fica de joelhos diante de outro,
nem diante da recordação de outros,
da mesma espécie, que viveram há milhares de anos.

No mundo inteiro, nenhum deles é respeitável ou desgraçado

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    Libertação  Animal  DSC_4555 livro que iniciou  uma revolução de idéias, atitudes, ações e movimentos em prol da consideração moral do bem estar  de  animais não-humanos. Desde sua edição    original 1975 , este livro fez uma enorme  diferença, ajudou a diminuir o sofrimento e mudar o destino de milhares de criaturas. Agora  na edição revisada P.Singer discute tambem a evolução do movimento de Libertação animal desde 1975 ,responde a comentários  e criticas elucidando seu ponto de vista e atualizado suas explicações e exemplos do tratamento dispensado aos animais de laboratório e de criação  intensiva. 

Libertação  Animal, desenvolve um argumento mostrando que a crueldade  com os animais e a dor que lhes infligimos não podem ser eticamente justificadas,o que se constitui numa boa razão para tentarmos reverter as práticas que as perpetuam . P.Singer , diz que escreveu este livro porque sabia que havia algo terrivelmente errado no que fazíamos com os animais e queria que isso mudasse. E até certo ponto , o livro de fato mudou a forma como tratamos os animais, pelo menos em países desenvolvidos, embora ainda não o suficiente .

P.Singer  fica feliz que as pessoas conheçam suas idéias, especialmente que estas ideias levem-nas a mudar suas vidas  ajudando pessoas mais pobres do mundo e parando de comer animais.

PETER SINGER Filósofo australiano, e um dos filósofos morais mais influentes da atualidade;professor na Universidade de Princeton, Nova Jersey, na área de ética prática, trata as questões sob uma perspectiva utilitarista. Eleito o Humanista do Ano pelo Conselho de Sociedades Humanistas Australiano em 2004,  Sua obra Libertação animal foi de importante influência formativa no movimento homônimo de defesa dos animais, que argumenta contra o “especismo”: a discriminação de certos seres baseada apenas no fato de estes pertencerem a uma dada espécie. Para o pesquisador, todos os seres que são capazes de sofrer devem ter seus interesses considerados de forma igualitária.

PETER SINGER vai estar no dia 28 de Agosto de 2013  no projeto cultural, Fronteiras do Pensamento, que  é um projeto cultural múltiplo que aposta na liberdade de expressão intelectual e na educação de qualidade como ferramentas para o desenvolvimento. Através de uma série anual de conferências, já em sua terceira temporada em São Paulo, o Fronteiras abre espaço para o debate e a análise da contemporaneidade e das perspectivas para o futuro, apresentando pensadores, cientistas e líderes que são vanguardistas em suas áreas de pesquisa e pensamento.

Fronteiras “quer trazer para o debate temas imprescindíveis, dando aos espectadores uma visão real dos próximos dez ou vinte anos, nas diferentes áreas contempladas”.

O processo de redimensionamento global, que unificou a economia, promoveu a expansão da internet “O fato é que a internet e tudo que cerca a revolução da informação tem tornado o mundo cada vez menos estranho: nós hoje sabemos mais sobre o que ocorre em qualquer parte do planeta, e este simples conhecimento faz aumentar nossa responsabilidade sobre o que se passa, mesmo em países nos quais nunca estivemos”,. O debate intelectual é crucial neste processo, inclusive quando propõe temas que são tabus – como as fronteiras da ética, a erradicação da pobreza, o fim dos maus-tratos aos animais.

Um Livro importantissimo que vai mudar o modo como  muitos de nós percebemos os animais e em ultima análise nós mesmos.

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Hilda Hilst

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SOBRE A TUA GRANDE FACE

Honra-me com teus nadas.
Traduz me passo
De maneira que eu nunca me perceba.
Confunde estas linhas que te escrevo
Como se um brejeiro escoliasta
Resolvesse
Brincar a morte de seu próprio texto.
Dá-me pobreza e fealdade e medo.
E desterro de todas as respostas
Que dariam luz
A meu eterno entendimento cego.
Dá-me tristes joelhos.
Para que eu possa fincá-los num mínimo de terra
E ali permanecer o teu mais esquecido prisioneiro.
Dá-me mudez. E andar desordenado. Nenhum cão.
Tu sabes que amo os animais
Por isso me sentiria aliviado. E de ti, Sem Nome
Não desejo alívio. Apenas estreites e fardo.
Talvez assim te encantes de tão farta nudez.
Talvez assim me ames: desnudo até o osso
Igual a um morto

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