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Casa Herbivora – São Paulo, SP
25 de março de 2017, 14h-17h preço único  R$ 75,00
Inscrições até 25/03/2017

Descrição do evento

Sonha em ter uma hortinha em casa mas não sabe como começar?

Quer plantar ervas, aromáticas e hortaliças mas não tem quintal?
Não tem problema! Venha fazer um exercício de horta em qualquer lugar – laje, varanda, na frente de uma janela.
Venha conhecer a horta da Casa Herbívora, botar as mãos na terra, montar um vaso que você vai levar para casa – e comer bolo 🙂

São três horas de diversão em que vamos abordar os seguintes tópicos:
– Por que plantar na cidade

– Localização da horta em casa – varanda, na frente de uma janela, laje, quintal
– Containers – o que usar para plantar: vasos, caixotes etc
– Espécies adequadas ao espaço e luz solar da sua casa
– Princípios de uma horta agroecológica urbana
– Como montar o vaso ou canteiros
– Cuidados: irrigação, adubação, colheita
– Alguns problemas que você pode ter e como resolvê-los
– Colher, comer… e continuar!
Convidamos a AMIGA Ale Nahra para uma pequena ação dos  AMIGOS da MANCHA na favela do Moinho  e copiamos  a matéria  do  http://herbivora.com.br/amigos-da-mancha-ajudando-animais-e-pessoas/
BICHOS, PESSOAS

Amigos da Mancha ajudando animais e pessoas

castração

A moça acomoda uma sacola em cada braço, põe o capacete, sobe na Vespa, e toca pra Barra Funda. Estaciona na entrada da favela do Moinho, tira das sacolas o saco de ração, começa a alimentar os gatos – e daqui a pouco vão chegando os moradores, que já sabem que ali tem comida e tratamento para os bichos e ajuda e atenção para as gentes.

Isso acontece pelo menos a cada 15 dias. A moça é a Cristina, que há quase uma década começou o trabalho chamado de Clube da Mancha. Mancha era o nome da primeira cachorrinha ajudada pela arquiteta e fotojornalista – que virou mascote e deu o nome ao clube. E os amigos da Mancha somos nós, eu e você, qualquer pessoa que queira ajudar. “Não fazemos nada sozinhos. Contamos com os amigos e amigas para continuar o trabalho”, diz a Cris.

Na favela – ou em prédios ocupados, ou para moradores de rua que têm cachorros – Cristina distribui ração, coleiras anti-pulga, vermífugo. Quando vai junto uma veterinária, cães e gatos são vacinados. As visitas têm como finalidade sensibilizar para a importância da castração, inscrever os animais no próximo mutirão, prepará-los (precisam estar saudáveis, com peso adequado, sem vermes e sem pulgas), e fazer o acompanhamento.

Todo este nosso projeto tem como objetivo localizar e castrar os animais em situação de rua para o fim de crias indesejadas, porque não existem famílias para 75% dos animais ja resgatados por grupos de proteção. A castração é o que garante o fim do ciclo de abandono e maus tratos.

Os mutirões de castração do Clube da Mancha para animais em situação de rua acontecem todos os meses. Uma média de 40 animais são castrados em cada edição do mutirão. Cristina e alguma das amiga da Mancha (as voluntárias não-oficiais, já que a Mancha não é uma ONG) recolhem os animais de manhã cedo, levam para a clínica, e devolvem no final do dia, depois de passada a anestesia – e fazem o acompanhamento com os tutores nos dois dias seguintes, via celular e WhatsApp ou pessoalmente se necessário. As castrações têm custo zero para os tutores dos animais. Os procedimentos são bancados pelos amigos da Mancha. Tudo que a Mancha faz é com ajuda dos colaboradores: a carona para ir à favela levar ração (tente levar um saco de 15kg de ração na Vespa), o transporte para buscar os animais para castrar e devolvê-los, o custo de eventuais procedimentos cirúrgicos (neste mês, por exemplo, foram realizadas duas cirurgias, em uma gatinha com a bacia quebrada e uma cachorrinha com o fêmur quebrado). As coleiras  anticarrapaticidas são doadas pelo projeto Moradores de Rua e Seus Cães;  vacinas são doadas por amigas veterinárias. A vermifugação pré castração, medicação pós castração em caso de piometra (infecção de útero), ou para tratamentos eventuais como sarna, hemograma, raio x e exames complementares a pedido dos veterinários são custeados pelo Clube da Mancha.

A Cris realiza um trabalho grandioso. Incansável, ela envolve e sensibiliza as pessoas para conseguir a colaboração imprescindível para a continuação do projeto dos mutirões de castração. Não seria possível fazer tudo isso sozinha. Para que o trabalho aconteça de forma consistente é preciso uma rede de pessoas interessadas e de boa vontade. E a Cristina tem o carisma necessário para atrair essa rede. Tem amiga que dá carona, amiga que acolhe temporariamente até que sejam adotados, amiga que colabora financeiramente, amiga que faz campanha para arrecadar ração – e assim vai. E a Cris não tem frescura quando se trata de pedir ajuda. Está sempre conversando com alguém, atenta a como cada pessoa pode colaborar, e gentilmente sugerindo que colaborem.

Precisamos da ajuda de todos, da forma que cada um der conta, mesmo que pequena. Ajude a conseguir adoção ou apadrinhamento para um cão e ou gato, entre seus amigos. Promova um evento – bazar, brechó, almoço – para arrecadar contribuições para os mutirões. Doe espaço na sua mídia, compartilhe nas redes sociais nossos posts de divulgação de adoção e apadrinhamento.

Amigos da Mancha é um projeto voluntário que tem recursos apenas de doações. Quer ajudar?

  • Você pode ser madrinha ou padrinho, patrocinando a castração de uma cachorra ou gatinha. Ou colaborar financeiramente com qualquer quantia. Dados para depósito: Bradesco ag 2979 cc 2678-6, em nome de M.C.G.M. de Almeida, CPF 075.226.648-96
  • Você pode oferecer lar temporário para animais que estão para adoção.
  • Você pode doar ração, ou fazer uma campanha de doação de ração entre seus amigos, família, vizinhos, colegas de trabalho.
  • Você pode oferecer carona para levar ração ou buscar e devolver os animais para os mutirões de castração.
  • Você pode acompanhar a Cristina nas visitas aos cães e seus tutores, e ajudar a cadastrar os animais para as castrações, colocar as coleiras, dar medicação, ração, carinho.
  • Você pode divulgar o trabalho da Mancha. Seguir a página no Facebook e no Instagram, compartilhar os posts, comentar e dar muitos likes, para que os posts tenham maior alcance. Quanto mais gente ficar sabendo das ações da Mancha, mais ajuda o projeto consegue.

ACOMPANHE AMIGOS DA MANCHA NAS REDES SOCIAIS:

Facebook – https://www.facebook.com/mancha.ong

Instagram – https://www.instagram.com/amigosdamancha/

Blog – https://clubedamancha.wordpress.com/

E-mail – clube-mancha@bol.com.br

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Gostou? Veja mais posts sobre bichos.

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Mutirão de Castração dos Amigos da Mancha  dia 14 março estamos precisando de Madrinhas e Padrinhos de Estimação. Existem  30 milhões de animais abandonados nas ruas e 10 milhões em abrigos , a única solução é a castração para o fim de crias indesejadas, abandono e maus tratos.Vamos mudar essa realidade.

Os Amigos da Mancha  são um projeto VOLUNTÁRIO QUE TEM RECURSOS APENAS de DOAÇÕES; quem tiver interesse em colaborar  conosco, sendo Madrinha ou Padrinho colaborando com uma castração de  uma cachorra ou gatinha, para só assim castrarmos mais e mais cães e gatos em situação de rua no espaço urbano da cidade de São Paulo.

bradesco ag.2979 cc2678-6

nome M.C.G.M. de Almeida

cpf 075226648-96

Estamos   fazendo todos os meses Mutirões de castração ,porque sabemos que não existem lares para 75% dos animais já resgatados por grupos de proteção. NÃO TEMOS ABRIGO, NÃO RECOLHEMOS ANIMAIS , só em caso de risco de vida, assim temos alguns nas veterinárias que nos ajudam , uma em um hotelzinho . E todos os dias ouvimos muitas histórias de  famílias , muitas desempregadas, que fazem muitos sacrifícios para ter e manter um grande número de animais em suas minúsculas casas, algumas de um cómodo só, pois preferem tê-los do que vê-los abandonados, sendo mal tratados , morrendo na rua e na porta de casa . E são essas histórias que não nos deixam desistir de nosso objetivo, pois queremos acabar com a crueldade e o abandono dos animais.  É isso que a gente faz todos os dias:Com força e vontade. Hoje, mais do que nunca, é o que vamos continuar a fazer. Tem muito trabalho pra ser feito no mundo.A gente é semente.  ADOTE UM AMIGO de FORMA RESPONSÀVEL.

ADOTE UM AMIGO de ESTIMAÇÃO, todos já castrados alguns ainda com seus “donos” porque não temos como os acolher , mas estamos acompanhado todos.

Branquinha 5 anos

Ovelhinha 1 ano

July 1 ano

Dalmata nasceu 1julho 2016

Pretinha nasceu 1julho 2016

Marron nasceu 1julho 2016

Mildred &Amarilis

Amarilis

” a Feia “

Ajude com a meta de conseguir adoção ou apadrinhamento para um cao e ou gato, entre seus Amigos. Desenvolva com seus amigos  um evento beneficiente (como por exemplo um bazar , brechó, almoço ). DOE ESPAÇO NA SUA MÍDIA site , revista , mídias sociais , vídeos para divulgarmos adoção e apadrinhamento. SEJA UM AMIGO VOLUNTÁRIO dos AMIGOSDAMANCHA.

Acompanhamos a Juju desde 2000, quando tinha apenas 5 meses. 16976781_1256812761092416_827534410_nFoi castrada e vacinada e a acompanhamos  até 2010. Todos os meses aparecia para banho,   para as vacinas anuais  e acompanhávamos  sua vida  de aventuras com a Silvinha que na época tinha 14anos e vívia em situação de rua. De vez em quando a Juju ía a pé até   á cidade de Santos onde a Silvinha tem família.

Em 2010 a Silvinha teve uma filha e ficou difícil carregar a Juju tambem.16831536_1256812741092418_623252967_n Assim a Juju nos adotou16934235_1256812807759078_1104370837_n 16976911_1256812594425766_1175356831_n 16997027_1256812977759061_513313546_n 16997320_1256812677759091_1575408624_n 16997356_1256812867759072_703399149_n 17006010_1256812464425779_1666030311_n e virou Mascote dos Amigosdamancha.DSC_0050 Foi muito bom SERMOS ADOTADAS pela Juju. Nos guiou por muitas caminhadas, tomou conta dos gatinhos e cães que resgatamos, nos acompanhou em consulta  ás veterinárias. DSC_0040Nos levou aos parques
das Corujas, do Por do Sol , da Pç Buenos Aires.DSC_2035DSC_3239 DSC_6949 - CópiaDSC_4336 - Cópia Augusta - CópiaE nós tentamos da melhor forma acolher a Juju; passou alguns fins de semana nas nossas casas e nos levou por caminhos do bem.
Tivemos a sorte de servi-la da melhor forma que pudemos.DSC_4138 Cópia de DSC_7057DSC_2247 DSC_5229
Assim deixamos nossa pequena homenagem `a “Nossa querida Juju” que partiu dia 20 de fevereiro.DSC_5703 E nos ensinou a ” Amar o que a vida nos dá,DSC_2243 - Cópia e  que devemos ficar perto dos Amigos porque,DSC_8951

Irene e Roseli, com regininha,lobão,bacalhau,july e branca

embora a amizade não acabe nunca, você não sabe o que pode acontecer amanha”.

16976277_1256812954425730_880904085_n17006133_1256812914425734_1619651789_n

16996784_1256778897762469_511908057_nEsta da foto é  a ” Farofa” e esta comigo desde 13 de janeiro 2017. Veio lá das bandas da rua 25 de Março e trouxe consigo  uma história de dor, sofrimento, abuso e maus tratos. Agora está  se adaptando bem ao meu apartamento de 50m quadrados apesar dos seus vinte e poucos kg.16706811_1240087619431597_1340392624_n 16700136_1240087729431586_538781114_n
Isso mesmo um apartamento pequeno, pois ao contrário do que imaginamos ninguém precisa de uma cobertura para adotar. Espaço não é o problema porque eles precisam de muito pouco. a parte mais difícil de se adotar um cão de rua  e é que já tem, sua rotina, faz xixi na rua, então apesar do pouco tempo que fico em casa ( eu estudo , trabalho e moro só), tenho que me virar para dar conta dos passeios diários. E mesmo assim é muito gratificante!  Não compre ADOTE. Sua casa não é pequena, nem seu tempo, pequeno mesmo é o coração dos humanos! Gratidão a todos que de alguma forma ajudaram que Ela chegasse até mim. Obrigada. por Luciana

 

Encontramos a “Farofa ” em situação de rua na 25 de Março , e na hora deu um aperto no coração, uma cachorra linda mas tão grande onde por? então foi uma correria divulgar nas redes sociais para arrumar uma Adoção ou um lar temporário. Em 48h apareceu a Luciana . Saímos correndo com a ajuda da Kylvia Rahanuzia Bezerra 16933479_1256778524429173_166769621_ntentando achar novamente a linda cachorra . Foi um momento dificil . Mas no fim tudo deu certo. E no fim do dia, de carona solidária com a Al Nahra  a “Farofa”  foi adotada. Bom saber que não fazemos nada sozinhas, e que sempre contamos com as melhores Amigas, para ajudar as Amigas que vivem em situação de rua.

 

 

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Publicação Gazeta do Povo

Acordo entre UFPR e prefeitura de Curitiba vai permitir exame de sangue dos animais e de seus donos para que ambos possam ser atendidos pelo resgate social nas unidades da FAS

Um projeto do Departamento de Medicina Veterinária da Universidade Federal do Paraná (UFPR) vai avaliar a saúde dos animais de moradores de rua de Curitiba e isso pode se transformar no acesso desse público ao serviço de resgate social. É o que pretende a presidente da Fundação de Ação Social (FAS), Larissa Tissot, que assinou, na semana passada, termo de acordo com a UFPR para iniciar a abordagem com a população de risco.

O objetivo é garantir a saúde dos moradores de rua e de seus animais para que eles possam juntos ser atendidos nos equipamentos da FAS. “Para que o resgate social seja feito, é essencial que o morador de rua vá aos equipamentos da FAS . Mas é muito difícil ele ir se não puder levar seu cachorro ou gato, que muitas vezes é o único vínculo afetivo que resta para quem já não tem mais contato nenhum com a família”, explica Larissa. Esse foi justamente o principal problema encontrado em 2014 pela prefeitura de São Paulo no programa que previa a transferência dos frequentadores da cracolândia para hotéis, que proibiram a entrada dos animais.

A iniciativa, apresentada pela médica veterinária Mara Gravinatti, 26 anos, como parte de seu projeto de mestrado na UFPR, prevê a coleta de sangue não só de cachorros e gatos, mas também dos próprios moradores de rua. O objetivo é fazer o exame dos bichos para verificar a possibilidade de transmissão de doenças, mas também comparar as análises de sangue dos moradores de rua que têm e dos que não têm animais. “Queremos avaliar se esses animais podem ser a causa de algumas enfermidades não só ao morador de rua, mas à população em geral”, explica Mara.

O sangue tanto do animal quanto da própria pessoa só será coletado se permitido pelo morador de rua. Inicialmente, será avaliada a incidência de quatro doenças: leptospirose, leishmaniose, toxiplasmose e chagas. Em um segundo momento, a intenção é estender a análise também para tuberculose.

Detectado a doença, seja no morador de rua ou no animal, ambos serão encaminhados para tratamento. Na abordagem dos veterinários, cães e gatos serão vacinados e receberão vermífugo e antipulgas. Se o morador de rua permitir, o animal também será encaminhado para cirurgia de castração.

Tratamentos dos animais podem ajudar os próprios moradores de rua a também buscar auxílio médico.Antônio More/Gazeta do Povo

Na próxima semana, Mara começa a cadastrar os moradores de rua que possuem animais nos seis Centros POP de Curitiba – equipamentos da FAS onde a população de risco pode passar o dia, podendo tomar banho, se alimentar, além de receber atendimento de assistentes sociais e psicólogos. Por dia, cada Centro POP atende 70 pessoas, totalizando 420 atendimentos. Já os abrigos têm 1.700 vagas para pernoite para adultos, crianças e adolescentes.

A veterinária já conduziu levantamento semelhante em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, onde dos 30 moradores de rua com animais avaliados, nenhuma doença foi constatada nem nos bichos, nem nos proprietários. “O estudo também vai servir para mostrar que, ao contrário do que muita gente pensa, os cachorros dos moradores de rua não são necessariamente causadores de doenças. No caso da leptospirose, por exemplo, a transmissão pode ser por rato”, aponta o também médico veterinário Alexander Biondo, professor da UFPR e orientador de Mara no mestrado.

Saúde do cão e do dono

A presidente da FAS, Larissa Tissot, acredita que o cuidado com a saúde do animal também possa ajudar o próprio morador de rua a se convencer da importância de buscar tratamento médico. “O cuidado com o animal pode se transformar em um espelho para que o próprio morador de rua também se cuide”, aponta.

Da experiência que teve no levantamento em São José dos Pinhais, a médica veterinária Mara Gravinatti constatou que na maioria das vezes o morador de rua não dá a devida atenção para a própria saúde, mas sempre se preocupa que seu animal esteja bem alimentado e saudável. “A gente notou que quando o morador de rua percebe que o animal evolui com os devidos cuidados, ele mesmo se permite ser encaminhado para alguns atendimentos, como auferir a pressão ou uma avaliação dos dentes”, aponta Mara.

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