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Archive for the ‘IMAGEM DA SEMANA’ Category

 

Flávio Costa content_idé graduado em fotografia pela Universidade Católica de Pernambuco, jornalista e diretor da ZdiZain Comunicação. É instrutor de mergulho e piloto. Une estas duas paixões com a fotografia, que começou aos 8 anos de idade quando ganhou sua primeira câmera. Atualmente trabalha com fotografias de meio ambiente para guias de turismo e está produzindo dois livros, um deles é um Guia de Pernambuco.

apicultor

apicultor

TRINDADE, Pernambuco. Esta região fica no alto sertão do Estado. É uma das cidades mais afastadas da capital. Naquele local existe uma grande produção de mel. Quando fui fotografar estes apicultores, eles me disseram para não me preocupar com as abelhas, porque elas estavam muito fracas e evitando atacar para poupar energia. Perguntei porque isso estava acontecendo e me responderam com uma só palavra: fome. Não esperava esta resposta. Fiquei parado por um instante e logo depois me bateu uma tristeza. A seca na região tirou das abelhas o que comer e não tinham força para se defenderem. Imagine o que a seca não tira das pessoas.


Ilha RataFERNANDO DE NORONHA, Pernambuco. A Ilha Rata faz parte do Arquipélago de Fernando de Noronha e é uma área do Parque Nacional Marinho. A Rata é um berçário de atobás (e urtigas, nunca vi tantas por metro quadrado num só lugar). Estas aves sempre fizeram seus ninhos no chão, porém com a desastrosa inserção proposital de Tejus, na ilha principal, para acabar com a praga de ratos. O que não deu certo, porque estes animais começaram a comer os ovos dos atobás, que por sua vez começaram a fazer seus ninhos nas árvores.  Na Rata, não tem ratos nem tejus e os ninhos ficam no chão.

 

content_id (3)RECIFE, Pernambuco, Considerada a capital do mergulho. Aqui tem uma quantidade enorme de naufrágios com uma diversidade de vida marinha muito grande. Este Tubarão lixa encontrei no naufrágio Servemar. Infelizmente quando fui na semana seguinte, soube que caçadores submarinos o haviam capturado.content_idDetalhe do olho; O tubarão é uma das espécies mais ameaçadas de extinção. 

 

content_id (4)FERNANDO DE NORONHA, Pernambuco.  Mergulhar sempre foi uma das minhas paixões, e ter a companhia de golfinhos é uma emoção que não tenho como descrever. Neste dia, fui surpreendido por vários que ficaram me rodeando, como se quisessem pousar para fotos. O que mais impressiona no Golfinho Rotador é que ele vem bem perto, olhar no seu olho.

 

content_id (5)FERNANDO DE NORONHA, Pernambuco. Mergulhar é como entrar em outro universo onde praticamente não existe gravidade e você pode voar. No mar somos todos estrangeiros. Somos visitantes de passagem por um mundo cheio de vida, um mundo admirável. Se você quiser conhecer um pouco do que estou falando, tem um vídeo que fiz de um mergulho em Recife, acho que você vai gostar, o link é https://vimeo.com/120508331

http://www.instagram.com/flaviorcosta

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Noticias do Doguinho , hoje dia 27 de fev  o Doguinho voltou para “casa”. Passamos na clinica para ver o Doguinho e a veterinaria disse que poderia voltar para “casa”.Na praça abrimos a porta do carro e deixamos o Doguinho ir sozinho ter com a Maria Neuza e o Sr José , que ficaram  felizes porque nem eles acreditavam que  voltariam a ver o Doguinho tão cedo. DSC_9214 DSC_9221 DSC_9225 DSC_9227O Doguinho foi examinado minuciosamente  e se deixou examinar   pela Maria com direito a beijos e palavras de acolhimento  que só as MÃES dão conta  de ter . Fomos embora tambem felizes por ver   Lindas historias que acontecem por força de muita gente do bem envolvida. ” Aproveitamos para agradecer a todos os  velhos e novos Amigos  que puderam ajudar a traze-lo para ” CASA ”  bem.DSC_9205 DSC_9211

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Com quase 200 mil seguidores, Maddie é a cadela mais famosa do Instagram. Isso porque ela tem habilidades acrobáticas e consegue ficar em cima de qualquer objeto, tal como aro de basquete, bicicleta ou mesmo um pneu – uma flexibilidade e equilíbrio de dar inveja a qualquer cãozinho.Cadela Maddie, sucesso no Instagram, “andando” de bicicleta (Foto: Reprodução/This Wild Idea)maddie-montando-no-cavalo

No Instagram “This Wild Idea” (“Essa ideia louca”, em português), Maddie, da raça Coonhound, aparece fazendo coisas consideradas corriqueiras… Para humanos! Por exemplo: a cadela, de dois anos e meio, toma café, fala ao telefone, corta a grama, toca piano e muito mais.maddie-se-equilibrando-ente-dois-pedacos-de-tronco

Theron Humphrey, fotógrafo e dono dessa adorável cadela, conheceu Maddie em um abrigo para animais em Atlanta, nos Estados Unidos, enquanto estava na estrada para fazer o projeto “Essa ideia louca”. A iniciativa consistia em viajar durante um ano por 50 estados em busca de histórias para fotografar maddie-em-cima-das-pessoas-como-se-fosse-uma-lider-de-torcidae documentar em um site. O projeto, aliás, só foi possível com a arrecadação de US$ 15.990 mil (cerca de R$ 32 mil) no Kickstarter.maddie-tomando-cafe-

No decorrer do projeto, Humphrey descobriu as habilidades de Maddie quando colocou a cadela em cima de seu caminhão para tirar uma foto. Ele percebeu a facilidade e o equilíbrio que ela tinha e resolveu experimentar outras coisas para que ela pudesse fazer acrobacias. A partir disso, o fotógrafo começou a postar fotos da cadelinha no Instagram para os seus amigos se divertirem.

O que Humphrey não sabia era o sucesso que Maddie teria na Internet. A fama dela alavancou o projeto e ainda rendeu o site “Maddie on Things” (“Maddie em cima de coisas”, em português) e o livro de mesmo nome. A próxima jornada dos dois é viajar por 50 estados divulgando a obra. Além disso, a cadela ainda inspirou o fotógrafo a criar o projeto “Why We Rescue” (“Porque nós resgatamos”), com a história de animais resgatados e como eles são felizes atualmente.

Veja abaixo algumas fotos da Maddie:

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Fotos com animais em circos expõem fatalismo russo

ANDREW E. KRAMER
DO “NEW YORK TIMES”

O pai se ajoelhou ao lado da filha e gentilmente a encorajou a pôr de lado seus medos.

“Não se preocupe”, sussurrou. “É só um gatinho.”

Mas, na verdade, deitada em um pedestal no saguão do circo Nikulin, em Moscou, balançando preguiçosamente a longa cauda amarronzada, a tigresa chamada Chanel não era uma gatinha.

Era um tigre-siberiano adulto, cujos treinadores usam em um dos mais assustadores rituais do circo russo: a prática de fotografar crianças com predadores durante o intervalo dos espetáculos.

Nesse momento, Chanel se senta. Enquanto as crianças se agrupam ao seu redor, seus enormes e iridescentes olhos amarelos continuam, inescrutáveis e selvagens, totalmente misteriosos sobre a pergunta premente que uma jovem preocupada faz a sua mãe: “Você acha que ela já comeu?”

James Hill/The New York Times
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Sessões de fotos com animais de circo, como esta em Moscou, são populares na Rússia; às vezes, a iniciativa pode dar errado

Colocar crianças ao lado de feras carnívoras para uma foto -mesmo que por um segundo, enquanto o treinador se afasta- ilustra uma qualidade disseminada e profunda da cultura do país: a Rússia pertence a inveterados assumidores de risco. Nos negócios, na política, nas finanças e na aviação, uma atitude de desafio ao perigo está profundamente enraizada. Em apenas uma comparação, a Organização Mundial de Saúde disse em 2010 que o índice de mortalidade nas estradas da Rússia é de 55,4 por 100 mil veículos, já na Itália, era de 12 por 100 mil.

No século 19, o autor Mikhail Lermontov ficou tão surpreso com essa espécie de fatalismo que criou um personagem na novela “Um Herói de Nosso Tempo” que fazia roleta-russa com uma pistola de um só tiro. O personagem se salva porque a arma falha.

Quando perguntado sobre o perigo no circo, Andrei Y. Logulov, engenheiro químico magro e arrumado que incentivava sua filha Diana, de 11 anos, a se aproximar de Chanel para uma foto, encolheu os ombros como tantos outros russos.

Tudo isso torna a Rússia a terra do acidente evitável, do resultado trágico e da aposta que deu errado, no circo e em outros lugares.

E tem havido “acidentes”. No ano passado, um tigre de um circo itinerante mordeu a cabeça de um menino de dois anos durante uma sessão de fotos na cidade de Blagoveshchensk, no extremo oriente. O menino sobreviveu, apesar de a mordida ter fraturado seu crânio.

“É claro que isto é arriscado”, disse Logulov, “mas há riscos em todo lugar na vida. Um tijolo pode cair na sua cabeça na rua, por exemplo. Este é apenas um pequeno risco.”

Nos últimos anos, um leopardo-da-neve arranhou uma garota em um circo itinerante perto de Moscou e um tigre mordeu um espectador no balneário de Sochi, no mar Negro. Das cerca de 90 espécies de animais usadas em circos, uma dúzia é considerada pelos treinadores particularmente perigosa: macacos, tigres, leões, linces, pumas, ursos, leões-marinhos, morsas, águias, cangurus, hipopótamos, rinocerontes e elefantes.

Mas, pela emoção extra e pela renda, os cerca de cem circos que foram privatizados depois do colapso soviético costumam permitir que um membro relativamente dócil dessas espécies passeie pelo saguão de entrada durante os intervalos para tirar fotos. No circo Nikulin, uma foto com um tigre custa US$ 18 e com um urso, US$ 15. Os cerca de 70 circos que ainda são dirigidos pelo Estado proibiram essas práticas desde 2010.

Boris E. Maikhrovsky, vice-diretor encarregado de animais na Rosgostsirk, a companhia estatal de circo, e treinador de leões-marinhos e pinguins, disse que colocar crianças ao lado de predadores é inerentemente inseguro. Não é tanto uma ilustração do fatalismo russo, disse ele, quanto um sinal da ânsia pelo lucro superando o bom senso. Maikhrovsky defende no Senado russo uma lei que proíba tirar fotos de crianças com animais predadores.

“Temos uma ordem que proíbe categoricamente as fotos com animais”, disse ele. “Quem faz isso sabe que um dia acabará mal. Não podemos saber o que há na cabeça de um animal.” Os treinadores às vezes drogam os felinos antes das sessões, disse, embora isso nem sempre ajude.

Maksim Y. Nikulin, diretor do circo Nikulin e herdeiro de uma conhecida família de artistas circenses, defendeu as sessões como seguras e um bom exemplo de técnica. Além disso, a aparência de perigo faz parte das artes circenses, disse.

“As pessoas vão ao circo em busca de adrenalina. Se parecesse ser totalmente seguro, não seria interessante. Você olha e pensa: ‘Oh, esse homem pode ser devorado!’, ou ‘Aquele ginasta pode cair!'”

Chanel, disse Nikulin, é uma tigresa muito calma, que foi dessensibilizada desde pequena aos gritos das crianças e até a um ocasional e desaconselhável beliscão. Ele nega que ela esteja drogada.

No palco durante um intervalo recente, Chanel olhava calmamente para a multidão de crianças. Mikhail Zaretsky, seu treinador, explicou as medidas de segurança que ele adota, como alimentar o animal com quatro quilos de carne antes de uma sessão de fotos.

Quando Diana se sentou, estendeu o braço fino sobre o pescoço de Chanel, afagando-a.

Na multidão, alguns pais convenciam seus filhos temerosos a serem fotografados, enquanto outros tentavam fazê-los desistir disso.

Uma mulher que trabalha em uma barraca de sorvetes próxima há anos revirou os olhos e disse: “Deus seja louvado, nunca aconteceu nada de ruim aqui”.

Enquanto isso, Anya, uma menina de seis anos com um laço branco no cabelo, estava na entrada da jaula de Chanel. Ela olhou para a tigresa, então olhou para sua mãe e disse: “Estou com medo”. A mãe, Yulia M. Baranova, decidiu não tirar a foto.

“Nós olhamos para aqueles dentes, olhamos para aquelas garras…”, disse ela, e foram para as barracas que vendem algodão doce, ioiôs e dentes de vampiro.

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Apesar do aumento significativo de dispositivos móveis com funções de câmera, o bom e velho polaroid ainda está por aí e não perdeu  seu charme. Bastian Kalous ,Bastian Kalous2 Bastian Kalous3Bastian Kalous5em suas experiências com expirado filme polaroid , criou um impressionante Bastian Kalous1corpo de trabalho ao longo dos últimos anos. Suas cenas de paisagem misteriosa .O Fotógrafo Bastian Kalous tem uma abordagem muito diferente, carregando sua câmera Polaroid por todo o mundo para as vistas deslumbrantes sobre o Grand Canyon, nos vales em torno do Tetons e outras extensões de florestas e montanhas perto de sua casa em Freyung, uma cidade na Baviera, Alemanha. Estes são locais raramente exploradas com filme instantâneos nos dias de hoje.

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Hoje dia Nacional dos Animais contamos a historia de São Martinho de Porres
, ou Martinho de Lima, nasceu em lima Lima, em  1579 /  1639, foi um religioso e santo peruano. Martinho mantinha um hospital para cães e gatos .images

Era filho ilegítimo de João de Porres, nobre espanhol pertencente à Ordem de Alcântara e de Ana Velásquez, negra alforriada.

Ainda na infância foi reconhecido pelo pai, bem como a sua irmã Joana, tendo ambos siso levados para Guayaquil, onde ocupava um cargo na administração local. Quatro anos depois, foi o seu pai nomeado governador do Panamá, pelo que enviou o filho à mãe, em Lima atual  Peru, deixando a filha sob os cuidados de outros parentes.

Martinho de Porres tornou-se aprendiz de Mateo Pastor, que exercia o ofício de cirurgião, dentista e barbeiro. Foi ali que o jovem mestiço aprendeu os rudimentos de medicina, que depois lhe seriam tão úteis no convento.

Aos 15 anos, resolveu dedicar-se à vida religiosa, tentando entrar num convento da Ordem de São Domingos, o que não foi fácil dada a sua condição de pobre e mestiço.  Só conseguiu entrar na qualidade de doado, isto é, quase escravo, aceitando servir, não como frade, mas como irmãos cooperador, o lugar mais baixo na hierarquia da Ordem. Comprometeu-se a servir toda a vida, sem nenhum vínculo com a comunidade, e com o único benefício de vestir o hábito religioso.

Após o primeiro ano de prova, recebeu o hábito de cooperador. Mas isso não agradou ao orgulhoso pai, de quem levava o sobrenome. Dom João pediu aos superiores dominicanos que recebessem Martinho, de tão ilustre estirpe pelo lado paterno, ao menos na qualidade de irmão leigo. Ora, isso era contra as constituições da época, que não permitiam receber na Ordem pessoas de cor. O Superior quis que o próprio Martinho decidisse. “Eu estou contente neste estado — respondeu ele — porque no serviço de Deus não há inferiores nem superiores, e é meu desejo imitar o mais possível a Nosso Senhor, que se fez servo por nós”. Tal atitude encerrou a questão.

Encarregado da enfermaria do convento, auxiliava todos quantos se lhe dirigiam, fossem seus irmãos da comunidade, fosse pessoas da cidade. Além de cuidar da enfermaria, varria todo o convento, cuidava da rouparia, cortava o cabelo dos duzentos frades, e era o sineiro, dispensando ainda de seis a oito horas por dia à oração.

Quando uma epidemia atingiu Lima, no convento do Rosário sessenta religiosos ficaram enfermos e muitos estavam numa seção fechada do convento. São Martinho teria passado a portas fechadas para cuidar deles, um fenômeno que encontraria residência. Martinho levava doentes para o convento, até que o Superior provincial, alarmado com o contágio, proibiu-o de continuar a fazê-lo. Sua irmã, que morava no país, ofereceu sua casa para alojar todos aqueles que a residência do religioso não poderia.  O amor de São Martinho era contagiante, mostrado igualmente a homens e animais, incluindo malfeitores. Martinho tambem  mantinha um hospital para cães e gatos na casa de sua irmã.Um dia ele encontrou na rua um pobre índio, sangrando até a morte por uma punhalada, e levou-o ao seu próprio quarto. O Superior, quando soube tudo isto, o repreendeu por desobediência. O Superior foi extremamente edificado pela sua resposta: “Perdoa meu erro, e por favor me instrui, porque eu não sabia que o preceito da obediência se sobrepõe ao da caridade.” Então o Superior deu-lhe liberdade para seguir as suas inspirações posteriormente no exercício da misericórdia.O Senhor  lhe concedeu graças e dons , tais como bi-locação, êxtases, invisibilidade, levitação  e outros.

Tinha uma horta na qual ele mesmo cultivava as plantas que utilizava para suas medicinas. Estando doente o Bispo de La Paz, de passagem por Lima mandou que chamassem Frei Martinho para que o curasse. O simples contato da mão do doado em seu peito o livrou de grave moléstia que o levava ao túmulo. Foi um precioso amigo e colaborador de Santa Rosa de Lima e de Juan Macias, igualmente dominicanos.

Além de todas essas atividades, Martinho saía também do convento para pedir esmolas para os mais necessitados. Martinho, com o corpo gasto pelo excesso de trabalho, jejum contínuo e penitência, faleceu aos 60 anos de idade, em 1639. Martinho foi beatificado em 1837 pelo Papa Gregório XVI e canonizado pelo Papa João XXIII em 1962. A sua festa litúrgica celebra-se a 3 de novembro. É o santo patrono dos mestiços católicos

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O romancista norte-americano Ernest Hemingway (1899-1961), morou na ilha norte-americana de Key West (ponto ao Sul dos Estados Unidos, a apenas 90 milhas, ou 162 km, de Cuba), de 1931 a 1940, feita com pedras nativas e distante cerca de 100 metros do mar.

Quando vivia na casa, Hemingway tinha pelo menos 50 gatos. Muitos deles tinham um gene dominante que fazia com que tivessem dedos a mais nas patinhas.Esses bichanos seriam descendentes de um gato que teria sido trazido de Boston por um capitão de navio amigo de Hemingway (naquela época, a única maneira de chegar à ilha era de barco). Segundo a tradição dos marinheiros, os gatos de dedinhos a mais trazem boa sorte.

Atualmente a casa de Hemingway é um museu, onde vivem cerca de 60 descendentes daquele felino original e, como a ilha é pequena e os gatos cruzam entre si, muitos deles ainda têm dedos a mais.

Os gatos geralmente têm cinco dedos nas patas da frente e quatro nos das de trás. Mas os que têm polidactilia geralmente contam com dedos a mais nas patinhas da frente, e às vezes também nas de trás.

Os gatos de Hemingway (muitos deles batizados com nomes de gente talentosa como Simone de Beauvoir e Pablo Picasso) têm uma rotina de dar inveja: vivem em casinhas nos fundos da casa, comem bem e dormem a maior parte do dia enquanto são observados pelos turistas do mundo todo. A manutenção deles é feita com parte do dinheiro arrecadado pelo museu.

Quando não estão dormindo ou comendo, os gatos de Hemingway caçam bichinhos nos muitos canteiros da casa. Os muros da casa-museu são cercados por uma tela inclinada para dentro, para impedir que os gatinhos fujam.

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