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Archive for the ‘adotados’ Category

Nossos AMIGOS de todas as horas o Fujocka e a Luiciana nos mandaram uma linda foto hoje . Todos os seus Amigos de Estimação foram adotados de forma Responsável  e de grupos de proteção e a gatinha Siamesa  foi adotada dos Amigos da Mancha15857578_1198977176875975_1689436347_o

e a foto que fizemos quando foi adotada. Acompanhamos todos os Animais que resgatamos e Doamos de forma responsável.DSC_4362

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Por  Tatiana e André

“Este ano o presente de Natal veio mais cedo! E foi o melhor de todos! Já pensávamos há algum tempo em adotar um gatinho. Colocamos rede no apartamento e estávamos esperando o nosso bichano chegar. E esse dia chegou! Primeiro adotamos a Frida e nem uma semana depois adotamos a Maya. Elas são irmãs e pensar que uma estava em casa cheia de amor, carinho e brinquedos enquanto a outra ainda aguardava uma familia doía no coração. E foi a melhor coisa que fizemos! Elas se amam! Fazem tudo juntas! E ficamos mais despreocupados quando saímos de casa porque sabemos que elas se fazem companhia! Claro, que ter um bichano requer responsabilidades. Mas a casa tem outro clima! A casa esta sempre feliz e cheia de amor! Adote um bichano! É a melhor coisa que você pode fazer! “15870833_1198954893544870_237387446_n15817642_1198954503544909_1712615767_o 15822454_1198954866878206_779522851_n

a Maya e a Frida   resgatamos da favela do Moinho, castramos a Mãezinha e como não tinha comida não estava alimentando os filhinhos há já 3 dias , por estarem correndo risco de vida pegamos toda a ninhada, e fomos divulgando que estavam para adoção posse responsável .todos já foram doados em dupla.15723894_1192807810826245_324726246_n-1

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No nosso trabalho de castração de animais em situação de rua , sempre que pegamos uma  mãezinhas para castrar, vem a pergunta,dá para ficar com os filhinhos, se não, vou deixar por aí, ou dizem também;não vou deixar castrar a Mãezinha .Como assim!!!!tipo chantagem mesmo . E na hora isso pega.
Mas sempre penso que vamos conseguir  e sempre acabamos ficando com as “Sobras” . como não temos Abrigo  temos as amigas veterinárias que nos ajudam e deixam ficar um tempo na Clinica e vão mostrando aos seus Clientes e nós vamos divulgando e chamando os amigos também. Na verdade é uma pequena logistica , resgata num lado deixa no outro ,corre para divulgar e a história sempre se repete. Este ano pegamos uma mãezinha na favela da Paz e 8 filhinhos , 4 filhinhos preferidos , castramos a mãezinha e os “preferidos” e os  devolvemos15841420_1198935183546841_1886727501_n-1 ainda com a roupinha cirurgica  dois dias depois da castração e nos prometeram deixar  presos em casa , mas na hora ficaram soltos mesmo e correram para cima do telhado fugindo dos cães. a Dra Eliane até disse ” Deus cuida” 
e ficamos com os outros 4. que doamos de forma responsável, dois foram adotados pelo Gabriel e Claudia Trevisan

E vocês acharam que iríamos ficar só com uma, né? Pois é, eu também achei, mas me enganei.

Eu e minha mãe decidimos adotar mais uma gatinha a uns meses atrás para fazer companhia para a Mel, porém os planos mudaram ao chegar na clínica de adoção.

Encontraramos quatro gatinhos da rua, todos da mesma ninhada.15871133_1198935160213510_2072187427_n

Quando eu peguei a Sophie no colo ela não me largou mais, e quando a minha mãe pegou o Théo ele não largou mais ela.13835986_1176470845758189_1550966527_o 15749746_1192882384152121_1883675674_n

Resultado: Na dúvida levamos os dois e agora tem mais bicho na minha casa do que na casa da Luisa Mel hahahaha13840570_1176470772424863_1644072010_o

No começo pareceu loucura ficar três gatíneos, mas em pouco tempo nos acostumamos e hoje não consigo mais imaginar como seria sem eles, correndo pra todo lado, brincando o dia inteiro e roubando as coisas de dentro da bolsa da minha mãe. Sim, temos uma quadrilha em casa.

Foi um presente de Deus esses dois serumaninhos

Venham conhecê-los. Por Gabriel Trevisan15841257_1198934550213571_1884639433_n

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No Ano de 2016 doamos 21 gatos  38 cães que estavam em situação de rua, para famílias que  fizeram Adoções Posse Responsáveis. Todos foram doados já castrados.15750039_1192866370820389_1765364298_n13835986_1176470845758189_1550966527_o 13840570_1176470772424863_1644072010_o 15724289_1192881310818895_627801119_n 15731003_1192880237485669_1913068425_n 15749746_1192882384152121_1883675674_n 15750265_1192883464152013_1012731213_n13817002_1034729819967379_144038214_n15682268_1190457991061227_2084280442_o 15713082_1192812980825728_1230084347_n 15722444_1192802334160126_594103140_n-1 15722497_1192814724158887_775221401_n 15722578_1192813597492333_1504735154_n 15722885_1192857347487958_459953764_n 15730906_1192814244158935_767352710_n-1

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Me chamo Bruno Maia e Adotei um cachorro! Chico.15682268_1190457991061227_2084280442_o Lindo, simpático, ultra carinhoso e companheiro. Se não fosse esse talvez demoraria para me simpatizar com algum outro. Fiz uma surpresa para minha mulher, que adora cachorro, e deu super certo.  Morávamos em um apartamento, e há 6 meses em uma casa na Zona Sul de SP. Como estamos trabalhando de casa não haveria problema ter um cachorro. Estaríamos com ele todo o tempo. E se um saísse para alguma reunião de trabalho o outro ficaria em casa.15683135_1190458114394548_2121151222_n O Chico está conosco vai fazer um mês dia 26. A princípio ele se adaptou muito bem, muito tranquilo. Só que quando adotamos um cachorro costumamos achar que é tudo festa. Adotar um bicho não é só festa. É responsabilidade. É preocupação. É planejamento. É grana. Sempre temos que ter isso em mente. Não estou falando isso para que você não adote. Estou incentivando que você tenha consciência do que está fazendo para não se arrepender depois.  Ter um bicho em casa é alegria, é vida! Mas também é acordar cedo, é levar no veterinário à noite, ou voltar correndo para casa durante o dia, é dar atenção, é educar para não comer móveis ou estragar nossos objetos favoritos;E isso não é uma coisa ruim! Pelo contrário. Se importar é amar.; Mas isso tudo sabemos que é temporário, é adaptação. E nisso é sempre bom uma ajuda de fora, de um profissional para nos auxiliar nesse primeiro momento.  Pretendemos colocar um adestrador no começo do mês. Até porque não nascemos sabendo como educar um bicho que tem vontades e manias (principalmente quando vem da rua, depois de abandonado).15227946_1159206764186350_1450079765_n Mas adote um cachorro, um gato… É uma das melhores ações que você pode fazer. Você vai ver que existe um outro mundo, mais feliz. Vai te obrigar a sair de casa para passear e vai fazer você ver que a vida ao ar livre e cuidar de um outro ser é a melhor coisa da vida. 
Obrigada a todos que  ajudaram o Chico .

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Meu nome é Katia, sou esposa, profissional de marketing, mãe de 5 cães e madrasta de 2.
Há 4 anos, por manobras do destino foram abandonadas no estacionamento do lugar onde trabalho 2 fêmeas de pouco mais de 60 dias.
Eu e meu marido já estávamos planejando ter cães. Apesar de eu gostar muito, nunca tinha tido.
Naquele dia depois de muita conversa e sins e nãos, levei a Bisteka pra casa. A irmã dela foi tb adotada por um colega de trabalho.15311611_1168879406552419_450153177_o

Começou aí minha aventura como mãe de cachorro. Amor imediato e irrestrito. Cuidei dela, castrei, sentia falta todos os dias. Quando chegava em casa ficava grudada naquela bolinha de pelos.
Depois de 1 ano decidimos que teríamos mais um cão para fazer companhia a ela. Busquei uma ONG seria, e por alguns meses troquei mensagens e telefonemas com a Vera, presidente da Acãochego que nos orientou adotar um macho, pelo perfil dominante que a Bisteka tinha.
Em abril de 2013 adotamos o Chopp, um menino muito medroso, então com 7 meses, que já havia sido adotado e devolvido por 2 vezes. Naquele dia prometemos a ele que ele estava indo pra casa, e que nunca mais seria devolvido. Passado 1 mês de convivência pacifica entre os dois, em um sábado fomos leva-los ao petshop para tomar banho, quando a veterinária nos chamou para mostrar uma cadela que havia sido resgatada de um carroceiro por outra cliente da clínica. Estava pele e osso, não era alimentada, e havia sido usada para procriar, para que o carroceiro vendesse os filhotes. Ela tinha por volta de 9 meses. Nos sensibilizamos com aquela figura magra e triste e a adotamos naquele exato momento. Assim, a Breja entrou na nossa família, em menos de 2 semanas recuperou a alegria e principalmente o peso e a saúde.15388543_1168879133219113_1815271660_o

Em outubro de 2014 depois de já questionar muito a alimentação com ração – que devia ser muito chato comer a mesma coisa todos os dias – já que os cães não comiam toda a aração do pote, comecei a pesquisar alternativas de alimentação. Imaginava que deveria ter alguma alternativa para eles quererem comer melhor. Foi quando encontrei o site www.cachorroverde.com.br15320382_1168878626552497_413032404_n15328402_1168878733219153_1528333999_n

e me encantei com o universo de possibilidades da alimentação natural para cães e gatos. Li quase todo, anotei muitas coisas, comprei a tabela que sugere a quantidade para cada cão, mas ainda assim, achava impossível fazer comida para 3 cães pela minha rotina de trabalho e de casa. Acabei sabendo por uma amiga que uma amiga dela estava começando a fazer para vender. Passei a comprar a alimentação natural balanceada congelada e a foi uma sensação incrível de estar dando produtos de qualidade para os cães. Como não tenho filhos, deve ser a mesma sensação de orgulho quando um filho aceita e se apaixona por verduras e legumes.

O pelo mudou, o brilho, a energia, a disposição, tudo começou a ficar diferente. Ah, e o cocô é a mesma coisa, não muda nada depois de adaptados à nova alimentação. Claro que o processo de adaptação, que leva no máximo 10 dias, altera, mas depois normaliza.
Em novembro, uma filhota de menos de 6 meses foi abandonada num abrigo que sou voluntária. A presidente da ONG me mandou uma imagem daquela pequena com cinomose, dizendo que apesar do estágio da doença, parecia que ela poderia ser curada. Pedi que levasse para tratamento, e com um grupo de voluntarias/madrinhas, ela foi tratada, e adotei a Pequena que só veio pra casa em fevereiro, depois de ficar curada.
Em dezembro desde mesmo ano me inscrevi no curso de alimentação natural da Dra. Sylvia Angelico, responsável pelo site e foi incrível. Aprendi muito sobre alimentação natural, o que pode, o que nunca pode, os complementos, as vitaminas, os alimentos tóxicos e os petiscos industrializados super nocivos à saúde deles. Mudança novamente nos hábitos alimentares dos 3.
Me animei e por algum tempo fiz as comidas em casa, alternando com a comprada. Passei a fazer tb petiscos de receitas do site. E aprendi a fazer uma canja de frango orgânico que é um soro milagroso quando eles estão doentes, com problemas estomacais. Essa nova realidade tb me levou a buscar alternativas mais naturais com a saúde e medicações. Por indicação da Dra. Sylvia, conheci a Dra. Carmen Cocca, veterinária holística que passou a tratar da saúde dos meus cães.
Em busca de novas opções de alimentação natural, cheguei ao Cozinha Animal. Em conversa com a proprietária, tive a feliz informação que ela tb seguia o Cachorro Verde e que poderia fazer as porções exatas para cada um dos meus cães seguindo a orientação da Dra. Sylvia.
Família formada, 4 cães em casa. A nossa casa tb é dos cachorros, circulam por todos os cômodos. São parte da família.
Até que em abril, estava andando na periferia de SP, e me deparei com um cão pequeno, bem pretinho, assustado e pedindo ajuda com os olhos tristes. Não pude dar as costas. Era uma rua movimentada, tarde da noite. Me abaixei e peguei aquele corpinho fraco debaixo de um carro. Era uma menina, filhote ainda. Tava com o rosto e várias partes do corpinho com feridas, levei direto pro pet 24h,
 e depois pra casa. Muito assustada não comeu e nem se mexeu durante a noite. Decidi que trataria dela antes de pensar em colocar para adoção. Era um caso difícil, que exigiria muitos meses de tratamento, muito medicamento, alimentação natural adequada e muito amor. E em se tratando de amor, a gente dá e recebe muito em troca, e depois de 3 meses não conseguimos mais pensar em não ter a Preta definitivamente em nossa família. Agora a família está completa. Minha missão com os cães não para nem termina. Ajudo, resgato, divulgo, busco família, me envolvo com ONG. O que tiver a meu alcance, e puder fazer, eu faço. Todos os meus cães são castrados e chipados, e mais importante, identificados. E por serem tantos e por terem perdido tantas medalhinhas, fui em busca de outra opção de identificação, e acabei descobrindo as coleiras bordadas. Hj faço par vender, para que substituam as plaquinhas. 15319328_1168879823219044_2032845303_n 15319420_1168879639885729_1396096659_n

Parte da renda é usada para ajudar cães carentes. Seja com compra de ração, seja entregando em doação coleiras bordadas para moradores de ruas, ou para famílias de baixa renda que amam seus cães. Quem tiver interesse, pode mandar e-mail para bisteka.coleiras@gmail.com ou via mensagem no Instagram @nossavidadecachorro onde mostro o dia-a-dia dos meus 5 filhos peludos.

15300608_1168881633218863_704658155_n 15328220_1168881243218902_204305496_n 15356798_1168881876552172_1805034682_n 15398938_1168880773218949_1435401409_oAdote. Ajude a mudar a realidade de animais abandonados no Brasil

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por Gabi Paraná

“Pegamos a nossa primeira gatinha, Petite, em abril deste ano. Petite foi uma felicidade em nossas vidas. Trouxe mais alegria pra nossa casa, sempre muito ativa e amorosa. Estávamos muito satisfeitos com a experiência de ter um gato, e para nós, só um gato bastava. Achávamos que um gato era suficiente para preencher os nossos corações de amor. Apenas um gato. Assim seguíamos. Nós tínhamos uma viagem de férias, que duraria 20 dias, agendada para setembro. Um mês antes, começamos a planejar o que faríamos com Petite durante esse tempo. Fizemos com que a minha cunhada “se mudasse” para nossa casa, para que pudesse cuidar de Petite durante os nossos 20 dias de férias. Mesmo assim, meu coração não estava tranquilo. Minha cunhada nunca teve gatos e, por mais próxima que ela seja, eu não poderia exigir que ela desse à minha gata o mesmo carinho e atenção que eu dou. É claro que eu tinha certeza de que Petite seria bem cuidada e bem alimentada. Mas eu me perguntava: será que ela vai estar feliz? Pensar em Petite, o serzinho mais alegre da família, se sentindo sozinha, triste, entediada, “abandonada”, me partia o coração. E eu conheço bem a minha gata. Ela é dramática! Coração de mãe não se engana – ela sofreria. Foi aí que, pela primeira vez, considerei a possibilidade REAL de adotar mais um gato. Comentei a ideia com meu marido, mas ele recusou de primeira. Conjecturou vários problemas, disse que não tínhamos espaço, que dois gatos era um exagero. Disse também que Petite poderia ficar estressada, que faltava menos de um mês para viajarmos e que se tudo desse errado nós não teríamos tempo de resolver o problema. Essa última frase ficou ecoando na minha cabeça. “E se eles não se derem bem de primeira?” – pensei. “Além de se sentir sozinha, ela vai viver 20 dias de guerra.” Junto com esse pensamento vieram também outros medos. “E se o novo gato não for carinhoso e inteligente como ela é? E se eu não conseguir amá-lo como amo Petite?” – fiquei inquieta. Depois de pensar e pensar, cheguei à conclusão de que seria muito egoísmo da minha parte privar Petite de ter uma companhia só porque eu estava insegura. Ela precisava de um amigo. Se desse errado, eu teria que assumir a bronca, mas tudo bem. Eu deveria ao menos tentar. Resolvi então que não sairia por aí procurando um gato, mas que se ele aparecesse, eu iria pegá-lo. Coincidentemente (ou não), uma semana depois, precisei ir ao Clube da Mancha por conta de uma doação. Ao chegar lá, fui convidada a subir para conhecer uns dos gatinhos. Ao abrir a porta, me deparei com uns  gatinhos para adoção, mas meus olhos foram feito ímã em um gatinho que estava próximo a janela. Ele tinha uma pata de cada cor e o focinho manchado. Pensei: “que gracinha, parece que mergulhou o focinho no leite”. Nessa hora ele me olhou de volta. Pulou, todo desajeitado, e veio até mim. Começou a empurrar a cabeça em minha perna, pedindo carinho. O peguei no colo. Quando as Amigas da mancha entraram , me disseram: “foi você quem o apadrinhou há algumas semanas atrás, lembra?”.14699898_1102626666511027_1950771584_n Eu não me lembrava, mas isso pouco importava – eu já estava apaixonada.14658256_1102626636511030_1819423620_n Ele me ganhou de uma forma tão inevitável que nem o meu marido conseguiu dizer não. Eu não escolhi Belisco, ele me escolheu.14625339_1102626619844365_1033941896_n 14689060_1102626599844367_1289599690_o E assim a minha família ganhou mais um membro. Um gatinho guloso, folgado, desengonçado, que não mia e que é um desastre quando o assunto é caçar. Belisco é COMPLETAMENTE DIFERENTE de Petite. Ela gosta de falar, ele é mudo. Ela é super atenta, ele é totalmente desligado. Ela gosta de banho e ele tem medo de água. Ela organiza e ele bagunça. Ainda bem que é assim, cada um com seu jeitinho. Não tem que ser igual. Até hoje não entendo porque tive tanto medo. Nós amamos os gatos porque eles são capazes de se expressar de um jeito único, e é isso que nos cativa. Amo Belisco, amo Petite, do jeito que eles são. E eles também se amam, porque se completam. A minha casa transborda amor.14610593_1102621533178207_281609343_n Estou contando a minha história para todos aqueles que têm dúvida sobre adotar mais um gatinho. Se você tem vontade, não se deixe levar pelo medo, nem pelo preconceito. Belisco foi a minha melhor decisão, essa é a minha maior certeza. Não consigo imaginar a minha vida sem a presença dele. Sou mais feliz porque ele existe. 14672866_1102621799844847_273550354_oPor mais clichê que pareça, a verdade é que sempre, SEMPRE haverá espaço para mais um gato em sua vida. Porque os gatos são como o amor – eles chegam, encontram o seu lugar e alí se ajeitam. Sem exigir muito. E assim eles vão preenchendo – devagar e urgentemente – o seu coração.”

A Gabi Paraná e o Guilherme,   sem nos conhecer, no mês de julho,colaboraram na castração de 6 gatinhos em situação de rua, um dos quais por estar muito debilitado, a dra Eliane que fez a castração , nos orientou  que fícassemos  com ele ate que estivesse recuperado. Posteriormente foi feito hemograma e teste para fiv e felv com resultados negativos . No dia 15 de Agosto adotaram o gatinho Belisco. E continuam nos ajudando sempre que estamos em alguma situação dificil.

 

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